O jogo foi feio, Coritiba poderia ter aberto 3 x 0 no primeiro tempo, se fizesse os gols com a quantidade de chances boas que teve. Se! Como não o fez, o Verdão fez o dele no primeiro tempo e pos pressão pra cima do coxa.
Os personagens do Jogo:
Bruno - Não contavam com minhas astucias - Pegou tudo, fechou o gol e garantiu a vitória.
Valdivia - Fala Muito! Fala Muito! - A torcida vibrou quando o nome dele apareceu no telão, mas errou muitos passes e reclama demais. Foi expulso e quase vira vilão do jogo. Um camisa 10 não pode fazer isso.
Veja o comentário do Pvc da Espn:
O maior pecado do árbitro Wílton Pereira
Sampaio foi o pênalti não marcado de Márcio Araújo sobre Tcheco, no segundo
tempo. Tcheco fez teatro, mas houve a falta. Pênalti! Rever o lance não dá
margem a dúvida. Wílton Pereira Sampaio é um árbitro fraco, mal escalado para a
final da Copa do Brasil.
Os outros lances são mais discutíveis. O agarra-agarra de Jonas e Betinho teve um abraço do lateral coxa-branca. O árbitro viu e marcou. Discutível, mas justo -- as opiniões dividem-se.
O pecado do Coritiba foi outro. Se taticamente, o Coxa fez 30 minutos excelentes, faltou a capacidade de definir e, depois, de evitar que o Palmeiras crescesse à custa do estilo murrinha de Felipão.
Nos primeiros trinta minutos, o Coribia marcou por pressão no início, obrigou o Palmeiras a sair da defesa à base de chutões para Betinho, incapaz de prender a bola no ataque. Resultado: o Coritiba apertava.
O jogo muda quando o Palmeiras passa a sair mais pela esquerda, com Juninho, e passes curtos, faltinhas cavadas. O Palmeiras avançava como um time de futebol americano, ganhando jarda a jarda, metro a metro. Jogo feio, mastigado. Quem conhece o estilo de Felipão, viu o Grêmio, o Criciúma, o Palmeiras de 1998, entende o que estava se passando. Metro a metro, falta a falta, o Coritiba deu ao Palmeiras o terreno que precisava, até a falta em Valdivia -- não houve -- cobrada por Marcos Assunção para o abraço polêmico de Jonas em Betinho.
O segundo tempo teve o mesmo cenário até o gol de Thiago Heleno, em condição legal. Faltou ao Coritiba a tabela e a participação de Éverton Ribeiro, omisso no jogo de Barueri.
Não cobre do time de Felipão outro estilo. Cobre a taça. Ninguém vai a um espetáculo de música clássica, nem a um pagode, em busca de um solo de guitarra. O Coritiba deveria saber disso.
A torcida do Palmeiras sofre, mas vai ao estádio em busca do trofeu, apenas.
O Coritiba joga mais solto, o Palmeiras é duro, chato.
Mas está perto da taça que pode mudar sua vida.
Os outros lances são mais discutíveis. O agarra-agarra de Jonas e Betinho teve um abraço do lateral coxa-branca. O árbitro viu e marcou. Discutível, mas justo -- as opiniões dividem-se.
O pecado do Coritiba foi outro. Se taticamente, o Coxa fez 30 minutos excelentes, faltou a capacidade de definir e, depois, de evitar que o Palmeiras crescesse à custa do estilo murrinha de Felipão.
Nos primeiros trinta minutos, o Coribia marcou por pressão no início, obrigou o Palmeiras a sair da defesa à base de chutões para Betinho, incapaz de prender a bola no ataque. Resultado: o Coritiba apertava.
O jogo muda quando o Palmeiras passa a sair mais pela esquerda, com Juninho, e passes curtos, faltinhas cavadas. O Palmeiras avançava como um time de futebol americano, ganhando jarda a jarda, metro a metro. Jogo feio, mastigado. Quem conhece o estilo de Felipão, viu o Grêmio, o Criciúma, o Palmeiras de 1998, entende o que estava se passando. Metro a metro, falta a falta, o Coritiba deu ao Palmeiras o terreno que precisava, até a falta em Valdivia -- não houve -- cobrada por Marcos Assunção para o abraço polêmico de Jonas em Betinho.
O segundo tempo teve o mesmo cenário até o gol de Thiago Heleno, em condição legal. Faltou ao Coritiba a tabela e a participação de Éverton Ribeiro, omisso no jogo de Barueri.
Não cobre do time de Felipão outro estilo. Cobre a taça. Ninguém vai a um espetáculo de música clássica, nem a um pagode, em busca de um solo de guitarra. O Coritiba deveria saber disso.
A torcida do Palmeiras sofre, mas vai ao estádio em busca do trofeu, apenas.
O Coritiba joga mais solto, o Palmeiras é duro, chato.
Mas está perto da taça que pode mudar sua vida.

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